sábado, setembro 30

La vita è bella!


Foi uma grande falha!! Só ontem vi pela primeira vez A Vida é Bela, de Roberto Benigni.

Tinham-me dito que era um filme um pouco "pesado", o que me estava a surpreender até chegar sensivelmente até metade do filme. Poder-se-ia dizer que a primeira parte é tipicamente à Roberto Benigni, passando depois a adquirir um carácter mais dramático.

É acima de tudo surpreendente o Amor que Guido demonstra pelo seu filho, Joshua, e pela sua principesa, Dora, não só tentando dismistificar toda a realidade dramática que envolvia a criança de 5 anos, como também pela forma como lhes deu todo o seu Amor.

É notável como todas as circunstâncias que envolviam as personagens não diminuiram o afecto a Joshua e como a vida pôde ser valorizada, como as graças que Lhe foram dadas por, apesar tudo, estarem juntos pelo Amor.

De facto, la vita è bella!

sexta-feira, setembro 29

Uma História Aplicada às Ciências Sociais (parte IV)

MACS estugava o passo à medida que pressentia a presença de Euleriano:
“Deve estar escondido na Acrópole de certeza! É um sítio discreto e pouco visitado.” - pensou convicto.
Enquanto isso, Euleriano engendrava o seu plano diabólico que consistia em apoderar-se de todas as cópias do livro “Cadernos de História A7,8 e 9”do 12º ano, para melhor compreender as consequências da I Guerra Mundial na Europa e no mundo.
Por seu lado, Fédon meditava na fundamentação do bem e da moral por parte do seu mestre Platão. Estava totalmente disperso da sua busca, até que apareceu Hamiltoniano, o fiel servidor de Euleriano. Deste modo, Fédon encontrava-se sem saída não lhe restando outra opção senão enfrentá-lo.
-Preferes o pugilato ou o discóbulo*?-perguntou Hamiltoniano.
-O pugilato se não te importas, é que desloquei o pulso quando estava a dobrar a túnica.
-Seja!- grunhiu Hamiltoniano.
E iniciou-se uma sessão de pancadaria jamais vista. Hamiltoniano esbofeteava selvaticamente Fédon, mas este resistia e investia como um touro enraivecido. No final, Hamiltoniano empurrou Fédon contra uma coluna e este caiu e rolou escadas abaixo. Com o seu canivete, ainda não inventado por aqueles lados, Hamiltoniano degolou Fédon que caiu a seus pés.
-Bem, voltemos aos apedrejamentos…-proferiu Hamiltoniano.
Assim, a missão perde um importante interveniente, agora MACS depende de si e só de si para finalizar este caso.


Será que não se pode parar com estas estúpidas perguntas no final dos posts?

Continua…



*Modalidades olímpicas da antiguidade clássica. Respectivamente luta e lançamento do disco.

quinta-feira, setembro 28

Uma História Aplicada às Ciências Sociais (parte III)

A viagem decorreu sem grandes problemas, MACS entretinha-se a eulerizar grafos enquanto Fédon escrevia um pergaminho para o seu filho.
Chegados à Hélade, depararam-se com uma cidade em ruínas e com incêndios a deflagrar nos bosques circundantes.
-Mas o que é que se passa aqui? –berrou MACS.
-Por Zeus, é uma catástrofe! – respondeu Fédon.
-Que é uma catástrofe sei eu, mas porque é que isto está a acontecer? –perguntou MACS.
-Bem, acredita-se que o Grafo real mantém a ordem natural da natureza e do mundo. Assim, se este for colocado em mãos criminosas ou desonestas provoca o caos e a balbúrdia onde quer que se encontre.
-Com que então é esse o plano do Euleriano…Ah safado! –alvitrou MACS.
-Temos de o parar, plantas e animais estão a morrer! –suspirou Fédon.
-E as pessoas, não te preocupas com elas?
-Ah, elas não estão cá hoje. Às quintas-feiras vão atirar pedras aos Espartanos da parte da tarde, à noite atacam os Cretenses.
-Resta-nos então apanhar o Euleriano. Comecemos a busca, Fédon, tu revistas a parte da esquerda da cidade e eu revisto a direita. Encontramo-nos daqui a um mês!
-Certo, boa sorte companheiro! Que Zeus te proteja para estarmos novamente reunidos…
-Ó Fédon, eu sei que aqui na Grécia os vossos costumes e valores são diferentes mas não me incluas nessas jigajogas.
-Certo, certo…
-Até à vista!
-Até à vista!


Os nossos heróis partem agora em busca de Euleriano e do Grafo real. Uma demanda que lhes poderá custar as vidas. Uma demanda que lhes custará muito suor, sujidade e quiçá algumas roupas rasgadas, dependendo da quantidade de sebes que saltarem ou não.

Continua…

quarta-feira, setembro 27

Uma História Aplicada às Ciências Sociais (parte II)

Ao sair do escritório, MACS deparou com um cavalo atado à boca-de-incêndio que estava no passeio à frente do nº 12 da Rua do Trilho.
-O que é isto? – perguntou MACS indignado.
-Ah, esse é o Pégaso, o cavalo que trouxe do Peloponeso. É óptimo para viagens de longa duração.- respondeu peremptoriamente Fédon.
Ok, deixemo-nos de conversa. Fédon, preciso de factos, o que é que aconteceu?
Ora bom – começou Fédon – esta história remonta a ontem quando fui à Ágora à procura de um sofista para ensinar o meu filho a ser um aldrabão de sucesso. Enquanto procurava, atentei num cartaz que anunciava a exposição do Grafo real no templo D1 Humanidades. Resolvi, movido pela curiosidade, ir espreitar a relíquia.E qual não é o meu espanto quando vejo o Euleriano, um reputado pedótriba, a esconder o Grafo real nas mangas da túnica! Tentei apanhá-lo, mas este lançou-me um enigma e enquanto eu o tentava resolver ele escapou-se.
-Interessante, mas porque é que se deslocou a Lisboa para vir reportar a ocorrência? – inquiriu MACS habilmente.
-Sabe, é que a minha casa é na encosta do Monte Ida, na periferia da cidade de Atenas, e quando retornei a casa é que me lembrei que devia apresentar queixa às autoridades competentes, mas como era um grande caminho de retorno preferi vir aqui, aproveitava e passeava o Pégaso que tem estado muito parado no estábulo, excepto quando vai brigar com os centauros. Assim, vim à Lusitânia e aproveito para admirar a maior ponte da Europa.
-Entendo-o perfeitamente, sabe onde poderá estar o Euleriano? – retrucou MACS.
-Epá, deve andar lá para os lados da Península Ática ou do mar Egeu, não tem muito que saber.
-Muito bem, vamos caçá-lo no seu próprio território – afirmou MACS convicto – ele não sabe o que espoletou…


Será que MACS sobreviverá à viagem de ida à Grécia? Será que Euleriano se vai escapar?Será que é possível estabelecer um circuito entre a Hélade e o Olissipo? Será que o narrador conseguirá estupidificar ainda mais esta história?

Não perca os novos episódios…

segunda-feira, setembro 25

Uma História Aplicada às Ciências Sociais (parte I)

Era mais um dia no sombrio escritório do inspector MACS. Um ténue nevoeiro invadia a sala e fundia-se com o fumo do charuto de MACS.
Subitamente, entra no ocioso escritório um indivíduo vestido todo de branco e com sandálias:
-Sr.MACS necessito do seu auxílio!
Endireitando-se na poltrona e ajeitando o chapéu MACS perguntou:
-E quem és tu?
-Os meus amigos chamam-me Fédon, senhor.- retorquiu o jovem visivelmente abalado.
MACS que já era um veterano nestas andanças pensou para si mesmo:
"Tenho de ter cuidado com este tipo. O aspecto dele é suspeito, ainda me faz a folha..."
-O que te preocupa rapaz?- inquiriu MACS com uma expressão aparentemente afável.
-Roubaram o Grafo real senhor!
-O que raio é um grafo? -perguntou MACS agora visivelmente desconfiado.
-Oh, isso é simples! Um grafo não é mais que um conjunto finito de pontos, os vértices ou nos, e por segmentos, as arestas ou arcos, que unem os pontos!-disse Fédon com simplicidade.
-Interessante, interessante...-comentou MACS já à espreita de um novo caso.



Continua...

Pais... (maus)

"Ontem, através do meu filho mais novo, veio parar-me às mãos um texto distribuído às crianças do ATL que ele frequenta. Confesso que costumo ler os diversos papéis que me mandam das diversas escolas dos meus filhos, na diagonal, mas, curiosamente, a este, li-o de fio a pavio.
Como não vinha assinado, não tenho maneira de pedir autorização ao autor para o publicar, mas parece-me que o que importa a quem o escreveu é que chegue ao maior número de pais possível.
Vale a pena lê-lo.

Deus abençoe os pais maus!
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva um pai, eu hei-de dizer-lhes:

- Amei-vos o suficiente para ter insistido para que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidades de a comprar.

-Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé junto de vós, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto- trabalho que eu teria realizado em quinze minutos.

-Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que "tiraram" da mercearia e dizer ao dono: "eu roubei isto ontem e hoje queria pagar"

-Amei-vos o suficiente para ter ficado em silênçio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.

-Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiriam o coração.

-Amei-vos o suficiente para vos ter perguntado: "onde vão? com quem vão? e a que horas regressam a casa?".

-Amei-vos o suficiente para vos deixar ver a fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.

-Mas, acima de tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando sabia que me irirma odiar por isso.

Estou contente. venci, porque no final vocês também venceram. E qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês irão dizer, quando eles vos perguntarem, se os vossos pais eram maus, que sim, que eram os piores pais do mundo, porque:
- Enquanto os outros míudos comiam doces ao pequeno almoço, nós tínhamos que comer cererais, tostas e ovos.
-Os outros míudos bebiam Pepsis ao almoço e comiam batatas fritas, enquanto nós tínhamos que comer sopa, prato e fruta. E, não vão acreditar!, os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, o que era quase uma prisão. Tinham que saber quem eram os nosso amigos e o que fazíamos com eles.
-insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair mesmo que demorássemos só uma hora, ou menos.
-Nós tínhamos vergonha de admitir mas eles violaram uma data de leis do trabalho infantil: nós tinhamos que fazer as camas, lavar a loiça, aprender a cozinhar, aspirar o chão, engomar a nossa roupa, ir despejar o lixo, e todo o tipo de coisas cruéis. Eu acho que eles nem dormiam, a pensar e mais coisas para nos mandar fazer.
-Eles insistiam conosco para lhes dizermos a verdade, e apensa toda a vedade e nada mais que a verdade.
-Na altura da nossa adolescência eles conseguiam ler os nossos pensamentos o que tornava a vida mesmo chata.
-Os nosso pais não deixavam os nosso amigos buzinarem para nós descermos. Tinham que subir, bater a porta para eles os conhecerem.
-Enquanto toda a gente podia sair com doze ou treze anos, nós tivemos que esperar pelo dezasseis.
- Por causa dos nosso pais, nós perdemos expriências fundamentais da adolescencia: nenhum de nós este alguma vez envolvido em actos de vandalismo, em roubos, violação de propriedade, nem foi preso por algum crime.

Foi tudo culpa deles.

Agora que já saímos de casa, somos adultos, honesots e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "maus pais" tal como os nossos pais foram.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes maus pais."

byMafalda Belmonte


Eu não sei, mas até que ponto não seremos nós mesmo maus filhos...

sexta-feira, setembro 22

Tem piada...

Milhares de fiéis muçulmanos palestinianos marcharam hoje contra o Papa em Jerusalém, na Cisjordânia e em Gaza, agitando bandeiras verdes do Hamas e acusando o Sumo Pontífice de cobardia. in "Público"

Os indivíduos em questão sentem-se insultadíssimos por o Islão ter sido considerado uma religião imposta pela força. Pessoalmente a imagem que eu tenho destas pessoas é de alguém extremamente tolerante e aberto ao diálogo, como puderam atestar algumas Igrejas em território muçulmano.
É um povo singular e um bastião do diálogo inter-cultural. Assim sendo, que sentido fazem estas afirmações do Papa? Eu não o consigo descortinar, nem as «centenas de oradores que içaram bandeiras pretas e faixas com a frase "A resposta é conquistar Roma"».Bem como os manifestantes que entoavam cânticos como "O exército do Islão voltará".

No seguimento, e para servir um pouco como esclarecimento, sirvo-vos aqui uma entrevista feita por um jornalista (anónimo) ao Sheik Allah Kereh Eh Matari:

Jornalista: Boas tardes, encontra-se bem vossa excelência?

Sheik: Bem-vindo, para que precisais do meu auxílio?

J: Bem, eu gostaria de lhe fazer umas questõezinhas se não se importa…

S: Desde que não seja acerca da forma como consegui a minha riqueza tudo bem. Aruk, esfrega melhor o chão até que eu consiga visualizar os meus dentes imaculados.

J: Como vê as críticas que Sua Santidade Bento XVI lançou ao Islão?

S: Primeiro, Sua Santidade é Alá e nada mais! Foram palavras desprezíveis que mereciam ser expurgadas a chicote! É que nós muçulmanos somos mal interpretados, no fundo até somos carinhosos. Esfrega!

J: Decerto, mas não concorda que há alguma brusquidão no modo de reagir a declarações como esta por parte do povo muçulmano?

S: Se entende por brusquidão queimar igrejas, bandeiras dos EUA, berrar por chacina, cometer atentados, e injuriar as fundações da Igreja Católica então digo-lhe que por vezes nos precipitamos, mas não vamos ser picuinhas a esse ponto. Afinal, as igrejas já não estavam praticamente novas…

J: E quanto às bandeiras, insultos e atentados?

S: Sabe, a bandeira Norte-Americana tem a particularidade de ser feita num material extremamente inflamável, daí que tenha a tendência de se queimar quando por exemplo um indivíduo acende o seu isqueiro para iluminar o caminho…

J: Em pleno dia?

S: Eu falava num sentido metafórico, afinal a vida é um local escuro.
Mas adiante…

J: E os insultos, gritos de guerra e atentados?

S: Desculpe lá, mas isto é uma entrevista ou um ataque pessoal? É que se quiser eu chamo o Ali que está ali e ele torce-lhe as pernas até o senhor clamar por misericórdia como o cão ocidental que é.

J: Bom, e então, para finalizar, como caracterizaria o povo muçulmano?

S: Extremamente afável. Com algumas excepções está claro, mas nem todos merecem o perdão de Alá. Temos aquela centelha divina que nos protege e nos inspira constantemente.

J: Inspira a quê?

S: A correr a pontapé cães tinhosos que não respeitam tradições milenares e teimam em ser fiéis a Alá!

J: Portanto este conflito vai resolver-se…

S: Pacificamente!

quarta-feira, setembro 20

O Furacão que assolou os Açores, a opinião de Marco (ex-Big Brother)

Marco – Epá, isto é assim, antes de mais queria deixar aqui bem claro que eu não tenho nada contra o furacão, só contra aquelas coisas que ele faz com a água e o vento. Não gosto de me meter em alhadas e só me quero dar bem com toda a gente.

Entrevistador – Sim, mas vamos ao que interessa. Que impacto social e económico poderá causar este fenómeno natural no arquipélago dos Açores?

M – F***-*e! Não quero começar já aqui a insultar gentes que não conheço! Podem falar comigo, com calma, tudo bem, agora ir por esse caminho não obrigado. Sinceramente, arquipélago…

E – Um arquipélago é um conjunto de ilhas…

M – Ah! Então é assim, aviso já que não quero ‘tar a falar dos outros nas costas. Tipo eu sou um gajo que se dá bem com toda a gente e não quero problemas. Quanto ao problema em questão é assim, isso faz mal à água, às gaivotas e aos outros bichos do mar.

E – Marco, desculpe interrompê-lo mas notei que você tem um pouco a mania da perseguição, o que dificulta esta entrevista…

M – Mas que c*****o! Eu aqui a querer dizer o que eu penso e tu a cortar-me as asas! Mas que m***a é esta? Se é pa isso também te tinha mandado um biqueiro! F***-*e!

E – Repare, não há a necessidade de nos aborrecer-mos. E só expressei a minha opinião…

M – Mas tu achas que alguém quer ouvir essa m****a? Já te tás a esticar tu!

E – Ok Marco, obrigado pelo seu tempo e disponibilidade.

M – Ora essa, quando se fala com gente educada é outra conversa. Não é como esses c*****s que andam aí a mandar bitaites mas depois quando é pá porrada metem-se a dizer ah não sei quê!

terça-feira, setembro 19















O Papa disse.






























Eles responderam.





A falar é que a gente se entende.

by Mike (que agradece a gentileza de Anth em lhe ceder o computador)

sexta-feira, setembro 15


ESTOU PRONTO!!!

quinta-feira, setembro 14

A Felicidade existe porque nós a inventamos a cada momento que pensamos um no outro...

quarta-feira, setembro 13

I love you today ;)

Grandes dias implicam grandes palavras...
Mas quando o dia não é grande, mas simplesmente único, as palavras dispensam-se e leêm-se os sorrisos, por isso não leiam as palavras deste post, não leiam palavras algumas, levantem-se do computador e peçam sorrisos com brados de olhar, peçam um beijo com o calor dos olhos, peçam uma mão com uma cara... peçam sem pedir, que assim serão felizes, só assim...
Porque grandes dias implicam grandes sorrisos, mas dias únicos implicam-se... ;)

segunda-feira, setembro 4

odeio as aulas

domingo, setembro 3

Cá estamos...

Acabam as férias e voltamos às nossas vidas.
Acaba-se o descanso e voltamos ao rebuliço.
Acaba-se o "andar à deriva" e volta-se à programação.
Começam as aulas e acaba-se o sossego.